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Dançar a dois é se entregar ao movimento DE CORPO E ALMA

Nos salões, nas ruas e até na praia, o Rio é o cenário ideal para os amantes da dança

TEXTO_ Fred Pacífico Alves
FOTOS_ arthur moura

Adentrar o charmoso casarão no centro da cidade é uma viagem na história. Escadas trabalhadas em madeira, arandelas à meia luz penduradas em postes, belos painéis com imagens do Rio antigo e um grande cômodo de chão de tábua corrida tornam-se cenário para casais de todas as idades rodopiarem no salão. Uma frase na parede alerta aos visitantes: “Lembre-se que enquanto houver dança haverá esperança”.

Estudantina - a mais tradicional gafieira do país

Estudantina – a mais tradicional gafieira do país

A Estudantina Musical (www.estudantinamusical.com.br) é a mais tradicional gafieira do país. Lá se consagra a prática de dançar a dois desde 1928, quando foi criada. Após  vários endereços na cidade, a casa está há mais ou menos 35 anos alojada no belo casarão de número 79, na Praça Tiradentes. “Um lugar onde a dança a dois é, antes de tudo, expressão de civilidade”, observação do antropólogo Marcel Mauss, citada na tese de doutorado “‘O Ambiente exige respeito’: Etnografia urbana e memória social da Gafieira Estudantina”, do doutor em antropologia pela UFF – Universidade Federal Fluminense, Felipe Berocan Veiga.

De tão característicos, o próprio ato de dançar a dois, assim como as histórias e personagens do baile viraram até objeto de pesquisa acadêmica. “No plano individual, esse modo próprio de dançar revela os dispositivos de autocontrole, internalizados na elegância dos passos e na regulação física da distância social, que tanto caracteriza a vida urbana. A dança de salão implica em uma troca, na qual a mulher é levada pelo corpo do homem que, delicadamente, o conduz, conforme papéis sociais de gênero bem definidos. Dançar junto é, antes de tudo, considerar alguém; é ver e ser visto, nas representações da vida cotidiana”, diz o antropólogo em sua tese.

Dançar faz parte da história do Rio de Janeiro. A sensualidade, a alegria e o suingue carioca, e brasileiro (diga-se de passagem), são mundialmente conhecidos. Não é à toa que o alto astral característico de quem dança na Estudantina vem embalando gerações e se reinventando com a própria cidade. O Centro do Rio concentra diversas escolas e salões de dança que perpetuam essa cultura. Segundo Veiga, o dono da Estudantina é hoje um precursor do lazer no Centro da cidade, antecipando a Lapa em mais de vinte anos ao adotar como estratégia comercial a reinvenção de um antigo salão de dança. “De certo modo, seus novos concorrentes também fizeram o mesmo: o Centro Cultural Carioca construiu sua memória sobre o antigo Dancing Eldorado, que ocupava o mesmo imóvel, assim como o Rio Scenarium herdou o salão e a memória do Clube Humaitá de Dança”, explica.

Viajando pelos bailes

O casal mineiro Juliana Andrade e Diego Esmeraldo dançando na gafieira

O casal mineiro Juliana Andrade e Diego Esmeraldo dançando na gafieira

Palco de encontro de grandes nomes da boêmia cultural carioca, a fama do espaço é projetada nacionalmente por meio de seus frequentadores ilustres e, também, por rotineiramente o espaço emprestar seus salões à mídia televisiva, seriados e novelas das grandes redes nacionais. É exatamente essa tradição e visibilidade que atraem turistas e excursões dos quatro cantos do país. “Sempre via na televisão e ficava me imaginando dançando na Estudantina. Amei. Esse lugar é lindo”, diz a fisioterapeuta Juliana Andrade, 29. De férias na cidade, junto com sua irmã, a veterinária Maria Cristina de Andrade, 27, e seu namorado, o analista de sistemas Diego Esmeraldo, 24, os turistas mineiros fizeram questão de colocar a casa em seu roteiro, assim como o Clube dos Democráticos e o Centro Cultural Carioca, outros tradicionais endereços cariocas para se dançar a dois.

Há salões e bailes dançantes para todos os tipos, gostos e idades

Há salões e bailes dançantes para todos os tipos, gostos e idades

“Sempre gostei de forró e Juliana passou a se interessar depois que começamos a namorar. Aprendeu comigo e se apaixonou. Dançar aumenta nossa intimidade, além de ser um programa somente nosso. Tanto, que resolvemos fazer aulas de dança para nos aperfeiçoar. A coisa é tão boa que agora, quando viajamos, procuramos visitar também lugares para dançarmos”, conta o analista de sistemas. Mesmo sem familiaridade com a gafieira, os forrozeiros não se intimidam no salão. “Dançar junto é bom demais. Desde que aprendi, me apaixonei. Ainda mais aqui”, diz Juliana. Sua irmã faz coro. “Dançar a dois é ótimo, ainda mais nesta cidade. Qualquer lugar é palco estando em boa companhia. Não importa se há algum problema, ou se seu dia está ruim, dançando tudo se transforma para melhor. É terapêutico”, afirma a veterinária mineira.

Terapia da dança

Um período emocionalmente turbulento, uma viuvez que não só veio com o vazio da ausência do ser amado, como trouxe a reboque uma série de complicações de saúde originadas com o estresse. Em um momento de iluminação, daqueles que a vida às vezes nos presenteia, um médico perguntou “O que a senhora gosta de fazer na vida?”. Como resposta vieram à mente alguns prazeres ativos e abandonados, dentre os quais, um em especial elucidou um novo caminho rumo à felicidade: dançar, ou ainda melhor, dançar acompanhada.

Ana Ceris e o seu personal dancer

Ana Ceris e o seu personal dancer

Há um clichê que diz que quem dança é mais feliz. Por mais que seja um chavão, se ele existe é por que há verdade nesta máxima ululante. Dançar mudou a vida da aposentada Ana Ceris, que está, como ela diz, com mais de 60 e menos de 70, e muito bem, rodopiando pelos salões e bailes cariocas há pelo menos quinze anos, desde que ficou viúva. “Casei muito cedo e me dediquei a criar meus filhos. Meu marido não dançava, consequentemente deixei esse pedaço de lado e fui vivendo a vida. Muito bem por sinal, devo dizer. Quando fiquei viúva, caí doente por estresse de fundo nervoso. Só recuperei minha saúde porque dei sorte de me tratar com um médico maravilhoso, que me auxiliou a redescobrir meus prazeres na vida. Dançar é um dos mais importantes”, conta.

Ana resolveu se movimentar para recuperar as rédeas de sua vida. Após algumas aulas, passou a incentivar um grupo de amigas e, juntas, começaram a frequentar os bailes dançantes nos salões do clube militar. “Éramos cinco amigas. Todas ou já dançavam, ou queriam e estavam dispostas a aprender. Os cavalheiros nos tiravam para dançar e nós íamos. Tudo era bastante despretensioso e alegre. Eu pegava e deixava cada uma em casa. As pessoas precisam de divertimento para serem felizes”, diz a dançarina, que passou a frequentar outros bailes e ambientes de dança, além de viajar para dançar por outros salões.

“Sou doida por tango, já dancei em Bariloche e Buenos Aires. Dançar é uma terapia e, se bem me recordo, sempre dancei. Sou gaúcha e minha cidade natal, por ficar perto da fronteira, recebe muita influência do tango. Quando minha mãe estava grávida, já dançava comigo em sua barriga. Retomei esse antigo lado meu, da minha história e da minha família, em nome da felicidade. Há pelo menos oito anos frequento um baile uma vez por semana e lá danço samba, bolero, música do caribe ou meu amado tango. Para quem gosta, o Rio de Janeiro tem baile de segunda a segunda. No baile todos se conhecem, todos somos amigos e isso é muito bom”, explica.

Personal dancer

Em uma rápida busca na internet é possível obter dezenas de endereços de salões e bailes para todos os tipos, gostos e idades. Na maioria sobram mulheres e faltam cavalheiros no salão. Muitos bailes contratam dançarinos profissionais para fazer par com as visitantes, inserindo no contexto aqueles que não possuem companhia mas desejam se divertir. Há quem ganhe a vida organizando esses eventos.

“Já dançava antes mesmo de ter isso como profissão. Depois de um divórcio, comecei a sair e me divertir com minhas amigas. De repente, fui chamada para ser promoter de um dos bailes que frequentava e depois de um tempo, a própria casa me chamou para organizar um. Comecei no Restaurante Sol e Mar, em Botafogo, e já estou lá há 22 anos. Dali parti para realizar meus próprios bailes. Tenho um público fiel e conseguimos atingir a cidade toda”, conta Graça, como é conhecida a organizadora do Baile que leva seu nome (bailedagraca.blogspot.com.br).

Na Churrascaria Gaúcha, em Laranjeiras, ocorre ocasionalmente o Baile de Ficha, no qual existem dançarinos especializados, contratados para dançar com as senhoras. “Se o cliente quiser, compra as fichas a três reais por música. Com um dançarino por vez, pode dançar a noite inteira”, explica Graça, que faz questão de reforçar o bom cuidado com a clientela. “As pessoas querem um ambiente em que se sintam bem. Vão para se divertir. Se é a primeira vez, sento a senhora comigo e assessoro para sentir-se bem”.

A prática, curiosamente, remonta a  um costume antigo e consagrado nos salões de baile, o do taxi-dancing, no qual, como sugere o nome, os clientes pagavam para dançar “alugando” os dançarinos e marcando em cartões de consumo suas danças. Se bem que, por volta de 1930, quando a prática se popularizou, alugavam-se bailarinas para dançar com os clientes, pois eram os homens que sobravam no salão.

Existem bailes inclusive na hora do almoço, que atraem aqueles que comem depressa, para terem um tempo a mais no salão. Em um almoço dançante organizado no Clube Monte Sinai, na Tijuca, Ana Ceris conheceu esses profissionais e se encantou com a maestria dos movimentos de um deles. “Há senhoras que realizam eventos com almoço e dançarinos contratados. Em um desses bailes, conheci o Robert, que na época tinha 15 anos. Desde então contrato seu serviço. Já faz oito anos que me acompanha. Ele me busca e me traz em casa. Quando viaja, danço com outros amigos, mas prefiro-o, pois tenho confiança nele e me sinto muito segura em sua companhia. Pelo que sei, ele tem compromisso todo dia com as senhoras, cada dia com uma”, conta Ana.

Conhecidos como personal dancers, esses profissionais têm agenda cheia. É o caso do dançarino Hélio Ricardo, professor do Rio Samba Dancer (riosambadancer.com), que organiza aulas seguidas de roteiros dançantes pela cidade. “Tive uma namorada alemã que dançava salsa. Eu não sabia e nunca ia. Ela foi embora e fiquei com isso na cabeça. Procurei saber mais sobre salsa e gostei. Como faltam parceiros, depois de um tempo a professora me chamou para participar da aula de forró de graça, depois o mesmo com a dança de salão, e fui aprendendo. Passei a acompanhar mulheres aos bailes e, assim, já se passaram 10 anos. Há cinco anos resolvi me profissionalizar”, conta.

Outros balanços em meu samba

A dança é a forma escolhidas por turistas estrangeiros para conhecer a cultura brasileira

A dança é a forma escolhidas por turistas estrangeiros para conhecer a cultura brasileira

Hélio, 28, se especializou como guia turístico, exercendo a atividade durante o dia, e terminando a noite  dando aula para um grupo em uma sala que possui em Copacabana. Jovens estrangeiros o procuram querendo conhecer a cultural do Brasil, passear e aprender sobre samba, forró e outros ritmos. Casais e grupos de amigas fecham o pacote: aula mais lugar típico de dança, com o acordo de estarem pelo menos três horas acompanhados no salão. “Cursei administração até a metade e tranquei. Descobri-me guia. Resolvi aprimorar e trabalhar durante o dia contratado por uma agência de turismo. Dentro do próprio grupo, às vezes, surgem novos alunos. A maioria já agenda antes e fecho as turmas pela internet. É ótimo trabalhar se divertindo. Saio com muitos estrangeiros, conheço outras culturas, pessoas interessantes e aprimoro a língua”, explica o dançarino que dá aulas em inglês e espanhol.

A maioria dos alunos fica sabendo das aulas através de indicação, guias ou redes sociais de viagem como o Trip Advisor (www.tripadvisor.com), no qual Hélio é muito bem avaliado. “Amo dançar. Existem muitas casas de dança no Rio de Janeiro. É bom ter alguém que conhece. Dá mais segurança para sair e curtir a noite dançando”, explica a produtora de eventos inglesa Caroline Holmes, 34. Viajando com duas amigas, as três britânicas descobriram o serviço pela rede e ficaram muito bem impressionadas com as recomendações que leram de outros usuários. “Ficamos somente quatro dias no Rio. É uma maneira divertida de conhecer a cultura do Brasil, além de outros viajantes. Resolvemos arriscar e ficamos muito satisfeitas. A aula é ótima e o clima muito feliz”.

O Rio Hoppers organiza eventos de lindy hop pela cidade

O Rio Hoppers organiza eventos de lindy hop pela cidade

A rede também foi o caminho seguido pelo casal em lua de mel Joel Mora e Adria Suarez, ambos de 25, até as aulas de Hélio. “Temos duas semanas viajando pelo Brasil e amamos dançar salsa e outros ritmos. Conhecer as práticas, os lugares e danças do local, é muito divertido. Melhor ainda tendo aula antes”, dizem. Nas aulas, passados quinze minutos, os primeiros passos desgovernados logo tomam ritmo seguindo a cadência do personal dancer professor. O forró é o mais fácil de ser absorvido, mas o embalado um dois três de passos pequenos para frente e para trás é alegria garantida de samba no pé. Ou pelo menos tentativa.

Boogie-woogie de pandeiro e violão

Samba, bolero, zuk, tangos e forrós são só alguns dentre muitos outros ritmos que agrupam casais pela cidade. Dos estilos existentes, o lindy hop é um que vem crescendo nos últimos anos. Dançado ao som de swing jazz, o gênero do Harlem americano tem encantado cada vez mais cariocas. A ponto de quase todas as escolas oferecerem aulas do ritmo e o Rio sediar o festival internacional BSOE – Brasil Swing Out Extravaganza (brasilswingout.com.br), que já vai para sua terceira edição, em Outubro.

No baile de lindy hop o som do jazz dá o tom

No baile de lindy hop o som do jazz dá o tom

Imagine andar pelo calçadão de Copacabana e ir de encontro com casais requebrando ao som de baixos acústicos e divas do jazz. Não se surpreenda e entre no ritmo, pois certamente é um dos eventos dançantes realizados pela companhia de dança Rio Hoppers (www.riohoppers.com), que trabalha com lindy hop, jazz, charleston e burlesque. O grupo concentra as principais ações e organiza bailes do gênero na cidade, como os luaus à beira mar.

Amante da música e cultura vintage, a socióloga Luana Perrotta estuda dança desde pequena. Em 2009 conheceu o lindy hop e se apaixonou. Tanto que virou Hopper – como se identificam os membros –, dá aula e namora outro professor do gênero, o cientista social americano Ezra Spira-Choen. “Fui a uma festa de rockabilly e conheci a dança. Encantei-me com o ritmo e o estilo de vida. Gosto da época e da alegria a que o lindy hop remete. A dança é um forte agente de aproximação das pessoas”, afirma a socióloga dançarina.

Muitos dos integrantes do Rio Hoppers se relacionam com outro Hopper apaixonado também membro do grupo. É o caso do auxiliar de escritório Jorge Oliveira, 28, e da técnica de enfermagem, Cinthia Santos, 27, ambos também professores de dança. Buscando uma atividade que estimulasse a intimidade de casal, ajudasse com a timidez do Jorge e fosse divertida, conheceram o lindy hop e nunca mais se afastaram. “Um ajudou o outro. No lindy se mostra a música com o corpo e aos poucos fui adquirindo mais confiança, o que se refletiu em toda minha vida”, conta o dançarino, que é apoiado pela parceira. “A intimidade facilitou e a dança auxiliou em nossa dinâmica como casal. Você aprende a ouvir mais seu parceiro, prestar mais atenção aos detalhes. Isso com o benefício de conhecer mais de jazz, swing, que são ritmos excelentes”, diz a Hopper.

Para os Hoppers e professores Luana Perrotta e Luiz Cláudio Martins qualquer lugar é próprio para dançar, principalmente ao ar livre

Para os Hoppers e professores Luana Perrotta e Luiz Cláudio Martins qualquer lugar é próprio para dançar, principalmente ao ar livre

O padrão se repete entre os alunos que, ou entram nas aulas já com parceiro, ou acabam conquistando um relacionamento dentre os que dançam. O casal de designers Iara Rossmann, 28, e Daniel Malaguti, 34, juntos há oito meses, resolveram aprender a remexer o espírito há cinco. “Conhecemo-nos no Circo Voador, durante um show de blues jazzístico. Nunca pensei em dançar, ainda mais jazz. Como gostávamos do estilo, resolvemos assistir a algumas aulas. Gostamos e decidimos continuar. Além de ser uma excelente atividade física, me auxilia a quebrar minha timidez e traz leveza para nosso relacionamento. Você aprende a olhar o outro nos olhos, pois para dançar tem que encarar. Um parceiro tem que sentir confiança no outro e isso nos fortalece”, diz Malaguti.

Muitos procuram escola de dança como a academia de dança Espaço X Stelinha Cardoso para aperfeiçoar os passos

Muitos procuram escola de dança como a academia de dança Espaço X Stelinha Cardoso para aperfeiçoar os passos

Para o professor de dança e Hopper, Luiz Cláudio Martins, 44, a cidade tem os mais belos cenários ao ar livre para se dançar e deveria aproveitar mais esse potencial. “Dançar insere no indivíduo algo que o Rio de Janeiro tem muito, que é a celebração da vida e da alegria. Colabora com a harmonia e o entendimento do outro, além de proporcionar mais companheirismo ao casal. Isso é cultura e bem estar social. Algumas pessoas aproveitam isso bem e dançam por aí, fazendo mais felizes as suas vidas. Mas poderia haver mais incentivo da administração pública, pois a cidade ainda possui muito potencial para crescer e pouco investimento”, afirma o professor que dá aula há mais de 25 anos, na tradicional Casa de Dança Carlinhos de Jesus (www.carlinhosdejesus.com.br), e, junto com sua companheira, a dançarina Denise Serpa, na academia de dança Espaço X Stelinha Cardoso (www.stelinhacardoso.com.br). O casal trabalha como professores, dançarinos e organizadores de eventos como festivais, workshops, bailes de danças de salão, samba no pé, lindy hop e charleston. Ambos são embaixadores internacionais de lindy hop no Brasil, pela Fundação Frankie Manning, cuja missão é divulgar o gênero pelo mundo.

Rio-Hoppers-1337Opções, companhia e lugares não faltam na cidade, para quem deseja movimentar o esqueleto com alguém. Escolha o seu ritmo, arrume o seu estilo e vá dançar agarradinho. Afinal, como já disseram, quem dança é mais feliz.

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Um Comentário para “Dançar a dois é se entregar ao movimento DE CORPO E ALMA”

  1. Joelma disse:

    Que maravilha de matéria e que texto delicioso de ler.
    Dá vontade de sair dançando por aí.
    A Folha Carioca está de parabéns!

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