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Arlanza Crespo - Quem é Quem

Vivendo e aprendendo

Se coincidências existem não sei. Alguns dizem que sim, outros dizem que não, que o nome é sincronicidade. Enfim, estava eu no armarinho da minha amiga Dó, aliás, o último armarinho do Leblon, quando parei para prestar atenção na conversa de uma moça. Ela falava algo que eu nunca tinha ouvido antes, e olha que eu sou (como diz a minha filha) “cascuda”. Fiquei curiosa, é claro, e me meti na conversa. Por fim já tínhamos até amigos em comum. Peguei o telefone dela, fiquei de visitá-la um dia. Fui.

Suzana-Didier--0988-copyEla se chama Suzana Didier, tem 56 anos, é carioca e mora no Leblon. É fonoaudióloga, psicomotricista e terapeuta craniosacral. E era disso que eu nunca tinha ouvido falar. Não conhecia mas sabia que precisava, olha que coisa doida!

Essa terapia, chamada craniosacral, surgiu no Oriente e só a partir do século 19 que os médicos americanos começaram a estudá-la de forma mais enfática. Ela não tem contraindicação, e desperta o poder de autocura do corpo, proporcionando um grande bem estar. A sessão se assemelha a uma sessão de relaxamento, os toques das mãos são em zonas específicas, e não invasivas. Existem duas linhas: a biomecânica e a biodinâmica, que tem toques mais sutis e que trabalha mais com a inteligência do próprio corpo, que conduz a sessão. A Suzana é da linha biodinâmica.

Fui só uma vez lá, mas minha conversa com ela foi muito elucidativa, afinal são 35 anos de formação. Ela me falou dos benefícios, desde a modificação da qualidade do sono, as melhoras nos processos alérgicos respiratórios, a melhora no humor, na depressão, na ansiedade, enfim, a melhora na qualidade de vida como um todo. Até nos casos de Parkinson ela é eficaz. Também para idosos e crianças, melhorando em muito o desempenho escolar. É uma terapia muito especial, porque não é medicamentosa. Não importa a idade nem o estado geral, pois ela atua na saúde.

No final de nossa entrevista ela perguntou se eu queria fazer uma sessão. E eu fiz. Foi como se eu tivesse dormido por muitas horas e acordasse depois de uma ótima noite de sono, só que eu não dormi. Era exatamente o que eu estava precisando!

Quando o profissional é bom a gente ergue as mãos pro céu, porque atualmente, nesse mundo louco, está cada vez mais difícil encontrar alguém que ame sua profissão e dê o seu melhor.

Suzana Didier -0964 copy
E ao terminar a entrevista ela me disse: “É uma honra mediar a terapia, e a cada paciente atendido a gratidão se faz presente diante da oportunidade singular e maravilhosa do amor incondicional”.

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Vivendo e aprendendo
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7 Comentários para “Vivendo e aprendendo”

  1. Maria Christina disse:

    Adorei saber do sucesso de seu trabalho. É realmente fantástica a experiência.Parabéns!

  2. Maria Christina disse:

    Parabéns pelo sucesso do seu trabalho.

  3. Maria Christina disse:

    Parabéns pelo sucesso do seu trabalho

  4. sonia moraes disse:

    querida, cada dia me orgulho mais por lhe conhecer e fazer parte desse universo incrível que vc abraça com tanto amor e inteligência que é a sua profissão.Suas mãos são mágicas!!!! parabéns !!
    bjs
    sonia

  5. Daniela Castanheiro disse:

    Suzana,
    Parabéns! Você é uma profissional maravihosa e merece esse reconhecimento. Muito sucesso!

  6. […] Leia a matéria no site: http://www.folhacarioca.com.br/2013/12/16/vivendo-e-aprendendo-2/ […]

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