O Hospital Estadual da Mãe, localizado em Colubandê, São Gonçalo, enfrenta uma situação crítica após quase uma década de paralisação das obras. Inaugurado em 2013 pela Secretaria Estadual de Saúde, o projeto tinha como objetivo aliviar a demanda nos hospitais da região, especialmente na maternidade de Alcântara, mas atualmente está tomado pelo mato e se tornou refúgio para usuários de drogas e criminosos.
Com a promessa de realizar mais de 10 mil consultas e 800 partos mensais, a unidade deveria contar com salas de pré-parto, parto e pós-parto, além de leitos de enfermaria e um centro cirúrgico. No entanto, a realidade é bem diferente. O deputado estadual Professor Josemar (PSOL) acionou o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, pedindo a investigação da interrupção das obras.
De acordo com informações oficiais, a construção já consumiu mais de R$ 10 milhões dos cofres estaduais, e o governo teve que pagar cerca de R$ 488 mil em multas e juros. Além disso, a denúncia inclui um pagamento de aproximadamente R$ 357 mil por um serviço de demolição que não se concretizou.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) se manifestou sobre a situação. Em nota, a assessoria informou que a pasta está revisando e adequando tecnicamente o projeto da Maternidade de São Gonçalo e da Clínica da Mãe, com o objetivo de retomar as obras. A SES-RJ destacou que essa etapa é fundamental para atender às necessidades atuais da saúde da mulher no município.
O futuro do Hospital da Mãe ainda é incerto, mas a expectativa é que as obras sejam finalmente retomadas, conforme mencionado no portal de notícias tempo real rj. Para mais detalhes sobre a situação, confira a matéria completa aqui.



