O fenômeno do “bloco do eu sozinho” ganha força no Rio de Janeiro, onde 23,4% da população vive sozinha, superando a média nacional de 19,7%. Essa mudança no perfil dos domicílios reflete transformações sociais, econômicas e demográficas significativas.
O estado também se destaca por ter a maior proporção de mulheres do Brasil, com 91,4 homens para cada 100 mulheres. Essa predominância se mantém em quase todas as faixas etárias, exceto entre jovens de 20 a 24 anos, onde há 106 homens para cada 100 mulheres, e na faixa de 30 a 39 anos, onde a relação é equilibrada.
A disparidade de gênero se torna ainda mais evidente entre os idosos. Entre pessoas com 60 anos ou mais, a proporção é de apenas 70,3 homens para cada 100 mulheres.
Além disso, o Rio de Janeiro abriga cerca de 17,2 milhões de habitantes, representando 8,1% da população brasileira. Apesar de ser o terceiro estado mais populoso, ocupa o terceiro menor território do país. Essas informações ressaltam a importância do estado no contexto nacional e as mudanças nas dinâmicas de convivência entre os fluminenses.



