Surf: Estrangeiros descobrem o Rio além dos pontos turísticos tradicionais

Por Rodrigo Pedrosa
18/04/2026 14h16

O Rio de Janeiro está se preparando para receber um número crescente de turistas internacionais em 2026, com um aumento de 17% no fluxo de visitantes no primeiro trimestre, segundo dados da Embratur. Essa mudança não apenas reflete um maior interesse pelo destino, mas também indica uma transformação no perfil dos viajantes, que buscam experiências autênticas e conexão com a natureza.

Dentre as atividades favoritas, o surf se destaca, especialmente na Escola de Surf Ariel Gioranelli, localizada nos postos 1 e 2 da Barra da Tijuca. Nos últimos meses, a demanda por aulas de surf por estrangeiros aumentou consideravelmente, com argentinos liderando as inscrições, seguidos por norte-americanos, franceses e chilenos. O fundador da escola, Ariel Gioranelli, observa que muitos desses turistas chegam sem experiência no esporte, mas desejam vivenciar a prática como parte da cultura carioca. “Eles querem participar, aprender e entender o que é o Rio além do roteiro tradicional”, afirmou.

O diferencial da Escola de Surf é a personalização das aulas, adaptadas ao nível de cada aluno. Isso atrai turistas que, embora permaneçam poucos dias na cidade, buscam experiências enriquecedoras. A escolha da Barra da Tijuca como local para as aulas também é estratégica. Com uma vasta praia e condições variadas de mar, a região é ideal para iniciantes, oferecendo mais espaço e menos concorrência em comparação a locais como Ipanema e Leblon.

Além das belezas naturais, a infraestrutura local, a variedade de opções de hospedagem e a facilidade de acesso tornam a Barra ainda mais atrativa. Gioranelli destaca que o ambiente tranquilo da região contribui para um aprendizado mais eficaz e aumenta a sensação de segurança para os visitantes estrangeiros durante a prática do surf.

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