Ricardo Couto, atual governador interino, intensificou um processo de exonerações e revisão de contratos, o que eleva a pressão sobre os futuros candidatos nas próximas eleições. A expectativa é que ele permaneça no cargo até o final do ano, o que pode impactar as estratégias do PL e de seus aliados para as eleições de 2026.
Com 23 deputados na Alerj, o PL se vê diante de um desafio, já que a utilização da máquina pública e os comissionados que apoiam campanhas estão em foco. Essa situação pode resultar em uma queda significativa no número de representantes do partido.
Além disso, partidos aliados como União Brasil e Progressistas também enfrentam dificuldades, especialmente em relação ao apoio que podem receber, considerando a desaceleração do apoio a Flávio Bolsonaro.
Durante a votação pela presidência da Alerj, a qualidade dos discursos foi notavelmente baixa, exceto pelo de Douglas Ruas, que se destacou, embora tenha adotado um tom revanchista em relação aos deputados que não o apoiaram.
Jorge Felippe Neto, em sua fala, criticou a falta de consistência dos políticos que mudam de posição conforme suas conveniências, fazendo alusão a Eduardo Paes. Vale lembrar que Felippe Neto já foi secretário de Paes e, após se eleger pelo Avante, agora integra o PL.
A oposição decidiu boicotar a sessão, mas o ato não pareceu justificável, uma vez que todos os procedimentos legais foram seguidos e o Judiciário deu respaldo à sessão.
No que diz respeito ao projeto de lei que considera os camelôs da Orla do Rio patrimônio cultural, a fashionista Talita Galhardo se manifestou fortemente contra a proposta em suas redes sociais, levantando questões sobre sua eficácia.
Por fim, a posse do novo presidente da Alerj gerou críticas pela escolha do local. O evento foi realizado em um espaço pequeno no Alerjão, enquanto muitos se perguntam por que a cerimônia não ocorreu no mais amplo Palácio Tiradentes, que seria mais apropriado para eventos dessa natureza.



